Sábado, 01 de agosto de 2026, 12:40

situs toto

toto togel

bandar togel

toto togel

toto togel

toto slot

slot resmi

situs togel

toto slot

link gacor

situs toto

slot gacor

situs togel

toto slot

situs slot

situs toto

slot gacor

situs gacor

link gacor

bandar togel

link slot

link togel

situs togel

situs slot

slot online

cabe4d daftar

toto togel

link slot

toto togel

situs toto

idikepulauanselayar.org

idipinrang.org

idibulungan.org

iditanatoraja.org

iditorajautara.org

pafikabupatenbuleleng.org

pafikabupatensigi.org

togel online

situs slot

situs togel

togel online

situs toto

toto togel

toto togel

situs gacor

link gacor

situs togel

situs slot

situs toto

link togel

situs slot

toto togel

bandar togel

situs toto

link slot

situs gacor

toto slot

situs slot

link slot

situs gacor

link slot

situs slot

toto slot

situs slot

toto slot

toto togel

situs slot

situs toto

togel online

toto 4d

link gacor

link togel

situs togel

situs toto

link gacor

slot gacor hari ini

togel 4d

toto

togel resmi

situs toto

link slot

slot gacor

slot online

situs slot

idihulusungaitengah.org

idisoppeng.org

idiluwutimur.org

idiluwuutara.org

idibulukumba.org

pafikabupatenbangli.org

pafikabupatenkayong.org

“O vôlei virou minha terapia dentro e fora da quadra”

da redação - 28 de mai de 2026 às 17:22 148 Views 0 Comentrios
“O vôlei virou minha terapia dentro e fora da quadra” Da Redação

O voleibol entrou na vida de Aguiar Lino da Silva, de 27 anos, natural de Bela Vista (MS), em um contexto sem pretensão competitiva. Ele começou a praticar o esporte em 2020, durante a pandemia, reunindo familiares e amigos para partidas em quadra de areia.

 

“Comecei a jogar vôlei em 2020, na época da pandemia. Eu juntava alguns primos, primas e amigos próximos da minha prima para jogar na quadra de areia de uma prima em Bela Vista. Aquilo foi meu refúgio em uma fase recente de depressão”, relatou.

 

A prática recreativa se tornou rotina e passou a ter um papel importante no equilíbrio emocional do atleta. Até 2025, o vôlei seguia sem orientação técnica, restrito a jogos informais.

 

“Até 2025 eu jogava por jogar na areia, só para brincar, sem treino. Já tinha se tornado minha terapia”, afirmou.

 

A mudança na relação com o esporte começou no início de 2025, quando Aguiar foi convidado por um amigo para participar de um treino no ginásio da cidade, conhecido como Louquinho. Antes disso, no Centro Olímpico, ele praticava apenas o vôlei de areia.

 

“No início de 2025, um amigo me convidou para ir ao treino no ginásio da cidade, o Louquinho. No Centro Olímpico nós jogávamos apenas areia. Aí comecei a ter interesse, mas ainda jogava por jogar”, explicou.

 

O primeiro contato com o ambiente competitivo aconteceu no fim de 2025, em um torneio regional. A experiência marcou a transição do esporte recreativo para o início de uma vivência mais competitiva.

 

“Meu primeiro torneio foi no final de 2025 e eu peguei gosto pela coisa. A emoção do campeonato fez eu criar gosto pelo vôlei”, disse.

 

Apesar da evolução recente, o atleta destaca que os principais obstáculos estão ligados ao próprio processo de autoconfiança.

 

“Os desafios são criados por mim mesmo. Às vezes eu não acredito no meu potencial e acabo regredindo um pouco da evolução que tive”, afirmou.

 

Entre as experiências mais marcantes, ele cita a participação na Copa NAS, em Nova Alvorada do Sul, realizada em dezembro. A competição aconteceu pouco tempo depois de um processo de recuperação física.

 

“Como não tenho uma trajetória extensa no vôlei, creio que foi na Copa NAS, em Nova Alvorada do Sul, em dezembro. Eu tinha acabado de me recuperar de uma cirurgia que me fez reaprender a andar, uma hérnia inguinal. Joguei de oposto pelo time que eu jogava, o Elementares”, relatou.

 

A rotina de treinos ainda não é estruturada de forma regular, sendo baseada principalmente em jogos informais.

 

“A minha rotina de treino está em escassez. Eu jogo só rachões na cidade. Preciso me dedicar mais na minha rotina fora das quadras”, disse.

 

Apesar disso, Aguiar destaca a importância do envolvimento com o esporte e a criação de uma equipe própria para disputar competições regionais.

 

“Representar o vôlei tem sido muito gratificante para mim. Eu montei um time no início de 2026 para competir em Maracaju e regiões”, afirmou.

 

Para ele, o principal aprendizado dentro do esporte está nas relações construídas ao longo das partidas e no convívio com colegas de equipe.

 

“Acho que o melhor ensinamento foi preservar a harmonia e amizade verdadeira dentro e fora das quadras”, disse.

 

Sobre o cenário do voleibol em Mato Grosso do Sul, Aguiar aponta a necessidade de maior organização e incentivo.

 

“O cenário do voleibol precisa ter mais iniciativa e união. Técnicos e atletas precisam criar novos projetos para incentivo geral, não só dos atletas, mas de toda a população”, avaliou.

 

As referências no esporte são dois amigos próximos, que o acompanham desde o início da trajetória.

 

“Minhas inspirações e referências no esporte são dois amigos meus, o Beree Santos e o Natã Ribeiro”, destacou.

 

Para quem está começando, ele deixa uma mensagem baseada na própria experiência de superação e evolução gradual.

 

“Um conselho meu é nunca desistir dos seus sonhos e tentar concluir seus objetivos. Treine, corra atrás e não desista na primeira porta fechada. Aproveite para começar o quanto mais cedo”, afirmou.

 

Por fim, Aguiar projeta os próximos passos dentro do esporte com foco no aprimoramento da rotina e participação em competições mais fortes.

 

“Meu próximo objetivo é focar mais na minha rotina de treino e fazer um bom trabalho em quadra. Meu sonho no esporte é jogar um campeonato forte fora do estado com o meu próprio time”, concluiu.

Comentários

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos com * são obrigatórios.