Da Redação
A história de Matheus Henrique do Nascimento Magalhães, nascido em 24 de abril de 2006, em Itaporã, começa cedo no futebol. Ele relembra que entrou no esporte ainda na infância. “Comecei no futebol muito cedo. Aos 4 anos já gostava muito desse esporte e comecei na escolinha Pro Gol, em Dourados”, conta. Desde então, o futebol se transformou na base de sua rotina e no caminho que escolheu seguir.
A decisão de tentar a carreira profissional veio na adolescência. Segundo ele, o impulso e o apoio de pessoas próximas foram fundamentais para que desse esse passo. “Aos 14 anos, através de amigos e professores, fui embora para São Paulo, onde treinei, me preparei e fui para meu primeiro clube, o Mauá FC”, lembra. O movimento significou sair de casa, mudar de estado e entrar de vez na rotina de treinos e avaliações que fazem parte da vida de quem busca espaço no futebol.
Mesmo com pouca visibilidade no cenário esportivo sul-mato-grossense, Matheus diz que sempre manteve firme o propósito de seguir adiante. “Foi muito difícil, em um estado que não tem muita visibilidade, mas mesmo assim tive fé e segui em frente. Sem abaixar a cabeça, conquistei muitos títulos e realizei muitos sonhos”, afirma. Ele destaca que a família teve papel essencial para que não desistisse: “Minha família me ajudou muito e acreditou no meu potencial.”
Ao relembrar o início da carreira, Matheus fala das dificuldades que enfrentou. Algumas marcaram sua formação não apenas como atleta, mas como pessoa. “Já passei por momentos em que não tinha o que comer. Tinha que ir no meu corre. Já fui muito desacreditado. Muitas pessoas já falaram na minha cara que eu não tinha capacidade para seguir. Mas nunca me abalei e segui em frente”, relata. Segundo ele, superar esses obstáculos foi um processo diário, sustentado pela vontade de permanecer no esporte.
Entre os momentos mais importantes da carreira, dois episódios se destacam na memória do jovem atacante. “Existem dois momentos: quando assinei meu primeiro contrato profissional e quando marquei gols na Copa São Paulo de Futebol Júnior”, recorda. Os gols na Copinha, principal vitrine das categorias de base do país, reforçaram a confiança de que poderia avançar na profissão.
A rotina atual segue centrada no desempenho esportivo. Matheus afirma que mantém o foco em treinos e preparação física. “Minha rotina é sempre a mesma. Estou sempre trabalhando meu corpo, treinando, jogando e me preparando para os próximos desafios”, explica. Dentro de campo, ele se define por uma característica essencial: o gol. “Minha principal característica é fazer gols, e busco sempre aperfeiçoar esse faro”, diz.
O ídolo que tomou como referência também ajuda a explicar sua forma de jogar. “Sempre me inspirei no Adriano Imperador”, afirma, citando o ex-atacante conhecido pela força física e precisão nas finalizações.
Sobre o futuro, Matheus mantém metas claras para os próximos anos. “Meu plano é voltar à minha melhor fase. Meu objetivo é estar focado no meu sonho e poder ajudar minha família”, projeta. As ambições seguem alinhadas ao que o motivou desde o início: transformar o futebol em caminho sólido, mantendo disciplina e confiança apesar das adversidades.