Segunda-feira, 27 de julho de 2026, 19:40

situs toto

toto togel

bandar togel

toto togel

toto togel

toto slot

slot resmi

situs togel

toto slot

link gacor

situs toto

slot gacor

situs togel

toto slot

situs slot

situs toto

slot gacor

situs gacor

link gacor

bandar togel

link slot

link togel

situs togel

situs slot

slot online

cabe4d daftar

toto togel

link slot

toto togel

situs toto

idikepulauanselayar.org

idipinrang.org

idibulungan.org

iditanatoraja.org

iditorajautara.org

pafikabupatenbuleleng.org

pafikabupatensigi.org

togel online

situs slot

situs togel

togel online

situs toto

toto togel

toto togel

situs gacor

link gacor

situs togel

situs slot

situs toto

link togel

situs slot

toto togel

bandar togel

situs toto

link slot

situs gacor

toto slot

situs slot

link slot

situs gacor

link slot

situs slot

toto slot

situs slot

toto slot

toto togel

situs slot

situs toto

togel online

toto 4d

link gacor

link togel

situs togel

situs toto

link gacor

slot gacor hari ini

togel 4d

toto

togel resmi

situs toto

link slot

slot gacor

slot online

situs slot

idihulusungaitengah.org

idisoppeng.org

idiluwutimur.org

idiluwuutara.org

idibulukumba.org

pafikabupatenbangli.org

pafikabupatenkayong.org

Esporte 2015: mudar é preciso!

da redação - 5 de nov de 2014 às 11:10 1988 Views 0 Comentrios
Esporte 2015: mudar é preciso!

Campo Grande (MS) - Passado o período eleitoral, quando os investimentos em esporte no Estado se escasseiam ainda mais, pelo menos três nomes surgem como favoritos para comandar a Fundesporte (Fundação do Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul) a partir de 2015, segundo comenta-se nos bastidores políticos: Vagner Almeida, Carlos Alberto de Assis e Júlio César Komiyama. Ao contrário das duas últimas diretorias da entidade, os três, todos filiados ao PSDB, possuem fortes ligações com o esporte e, dizem, já estariam se articulando para assumir a principal entidade esportiva do Estado.

Ex-atleta profissional de basquete, Vagner Silva de Almeida é professor de educação física e atual presidente da LPBMS (Liga Pró-Basquetebol de Mato Grosso do Sul). Filiado ao PSDB, concorreu ao cargo de deputado estadual na chapa encabeçada pelo governador eleito Reinaldo Azambuja. No entanto, conseguiu 1.436 votos e sequer conseguiu a suplência na Assembleia Legislativa.

Também profissional de Educação Física, Carlos Alberto de Assis já dirigiu federações, foi presidente do Esporte Clube Comercial e da Funesp (Fundação Municipal de Esporte), em Campo Grande, durante mais de quatro anos durante a gestão do ex-prefeito Nelsinho Trad. Deixou o cargo em abril de 2012, após o PSDB se ‘desgarrar’ do PMDB para lançar candidatura própria à Prefeitura, e foi um dos coordenadores da vitoriosa campanha de Reinaldo Azambuja no pleito de outubro.

Já Júlio César Komiyama foi diretor da Fundesporte entre julho de 2008 e fevereiro de 2012, quando deu lugar à Flávio Brito -apadrinhado político do deputado federal Geraldo Resende (PMDB). Coronel da Polícia Militar na reserva, é professor de Educação Física. Possui pós-graduação, realizada naquele estado, em Medicina e Administração Desportiva; especialista em voleibol, futebol e atletismo.

Que os três possuem experiência comprovada na área, não restam dúvidas. No entanto, o que é necessário, segundo atletas e dirigentes de clubes, é o fim dos apadrinhamentos, tanto na escolha do comando da entidade, quanto na seleção dos contemplados pelos projetos, como FIE (Fundo de Investimentos Esportivos) e Bolsa-Atleta.

Há que se mudar, principalmente, a filosofia implementada na entidade de se beneficiar com muito alguns poucos, enquanto muitos ficam a ver navios. Entidades consideradas ‘ricas’, como as de esporte a motor, recebem quantias astronômicas anualmente, cobram taxas altas dos participantes, premiam somente com troféus e medalhas e pouco colaboram com o desenvolvimento social de jovens. Enquanto isso, promessas que sequer possuem um tênis adequado ficam impedidos de competir por falta de apoio.

O Esporte Ágil não defende o fim do custeio, por parte do poder público, dos grandes eventos automobilísticos em nosso Estado. Sempre vamos cobrar, por mais utópico que possa ser, a ampliação dos investimentos no esporte, em todas as modalidades, sem restrições. No entanto, deve haver razoabilidade. É inconcebível uma entidade receber R$ 500 mil, por exemplo, enquanto uma jovem promessa morre na praia por não ter um par de tênis ou um campo para jogar. Há que se valorizar o rendimento, mas sem esquecer da base, dando oportunidades para nossa juventude.

O novo presidente da Fundesporte deve promover uma “mudança de verdade” na filosofia de trabalho da entidade, varrer os apaniguados e centrar esforços no desenvolvimento do esporte local. Privilegiar, de fato, o alto rendimento, acompanhando o crescimento técnico de nossas promessas e fiscalizando o destino da verba aplicada. 

Comentários

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos com * são obrigatórios.