Quarta-feira, 29 de julho de 2026, 17:56

situs toto

toto togel

bandar togel

toto togel

toto togel

toto slot

slot resmi

situs togel

toto slot

link gacor

situs toto

slot gacor

situs togel

toto slot

situs slot

situs toto

slot gacor

situs gacor

link gacor

bandar togel

link slot

link togel

situs togel

situs slot

slot online

cabe4d daftar

toto togel

link slot

toto togel

situs toto

idikepulauanselayar.org

idipinrang.org

idibulungan.org

iditanatoraja.org

iditorajautara.org

pafikabupatenbuleleng.org

pafikabupatensigi.org

togel online

situs slot

situs togel

togel online

situs toto

toto togel

toto togel

situs gacor

link gacor

situs togel

situs slot

situs toto

link togel

situs slot

toto togel

bandar togel

situs toto

link slot

situs gacor

toto slot

situs slot

link slot

situs gacor

link slot

situs slot

toto slot

situs slot

toto slot

toto togel

situs slot

situs toto

togel online

toto 4d

link gacor

link togel

situs togel

situs toto

link gacor

slot gacor hari ini

togel 4d

toto

togel resmi

situs toto

link slot

slot gacor

slot online

situs slot

idihulusungaitengah.org

idisoppeng.org

idiluwutimur.org

idiluwuutara.org

idibulukumba.org

pafikabupatenbangli.org

pafikabupatenkayong.org

Com reforma garantida, Morenão projetou Campo Grande no futebol

por sílvio andrade, da subcom governo ms - 17 de ago de 2019 às 13:35 570 Views 0 Comentrios
Com reforma garantida, Morenão projetou Campo Grande no futebol Construção do Morenão durou menos de dois anos: jogo inaugural foi escolhido pelo torcedor.

A Capital Morena tinha pouco mais de 150 mil habitantes quando pelo menos 40 mil pessoas lotaram o Estádio Pedro Pedrossian (Morenão), na tarde daquele memorável 7 de março de 1971. Era inaugurada uma das maiores praças esportivas universitárias da América Latina e do Brasil, com a presença do seu construtor, o ex-governador Pedro Pedrossian. Em campo, Flamengo e Corinthians, um jogo histórico.

O Morenão projetou Campo Grande como sede de um dos estádios mais arrojados arquitetonicamente e estimulou o surgimento do futebol profissional no Sul de Mato Grosso, colocando clubes como Operário e Comercial nas principais competições nacionais.

O complexo universitário federalizado, ao qual o estádio se integra, foi um divisor de águas no início dos anos de 1970 para uma cidade que cresceria mais de 100% naquela década.

Projeto arquitetônico é um diferencial do estádio na nova concepção de arenas esportivas
(Foto: Roberto Higa)

Passados 48 anos, ficaram as lembranças de um período de glórias do futebol e as emoções vividas pelos torcedores, jogadores e dirigentes naquele monumento de concreto. O calendário do futebol brasileiro mudou, a divisão de Mato Grosso, em 1979, desestimulou a rivalidade em campo entre Campo Grande e Cuiabá e o Morenão hoje é consequência da má administração e falta de planejamento dos clubes: interditado por problemas estruturais.

Resgate do futebol

Por determinação do governador Reinaldo Azambuja, no entanto, o Morenão reviverá antes de completar meio século. A principal praça esportiva de Mato Grosso do Sul reabrirá os portões para a temporada futebolística de 2020, com a reforma emergencial que será feita pelo Estado em parceria com a UFMS (Universidade Federal de MS). Numa segunda etapa, será transformada em uma arena para sediar jogos nacionais e internacionais e outros eventos.

Morenão foi inaugurado em 7 de março de 1971. Um ano depois, sediou a Mini-Copa
(Foto: Roberto Higa)

“A gente fica triste de ver a situação do Morenão e do nosso futebol”, aponta o ex-jogador Francisco Gonçalves Pereira, 79, o Mestre Gonça, volante do Comercial em 1973/77. “Fomos pioneiros no futebol profissional de Campo Grande e cada jogo no Morenão era uma guerra de torcidas, uma emoção incontida quando se encontravam os rivais Comercial e Operário”, lembra ele, hoje instrutor de uma escolinha de futebol em projeto da prefeitura.

O paulista Mestre Gonça foi um dos jogadores de expressão nacional que vieram para a Capital na época de ouro do futebol local. Companheiro de Pelé na Seleção do Exército Brasileiro, foi revelado no São Paulo e jogou no Corinthians e no futebol argentino, uruguaio e venezuelano antes de vestir a camisa do Comercial. “Vim para ficar alguns meses e se passaram 46 anos. Campo Grande me cativou, fiz muitas amizades aqui e sou muito feliz”, diz, emocionado.

O jogo do recorde

Para Rui Câmara, 66, goleiro do Operário e Comercial em 1974/81, a revitalização do Morenão proposta pelo Governo do Estado será o recomeço para o futebol em decadência, criando um novo estímulo nos clubes e uma cadeia de consumo que será beneficiada com grandes eventos esportivos e de entretenimento no estádio. “Torcemos para que isso ocorra e tenhamos o torcedor de volta ao Morenão e um futebol à altura, dirigido por gente do ramo”, observa.

Quem também torce pelo retorno dos grandes espetáculos no estádio é o radialista e hoje músico e produtor Reinaldo Costa, que se notabilizou como narrador de renome nacional no microfone da Rádio Cultura, entre os anos de 1974/78. Chamado de “Maquininha”, pelo seu estilo narrativo, Reinaldo, hoje com 65 anos, foi contratado pelo Sistema Globo em fevereiro de 1978, depois do jogo Operário 2 x Palmeiras 0, pelo Campeonato Nacional.

Higa e a foto do clássico entre Operário e Comercial: casa cheia (Foto: Divulgação/Subcom Governo MS)

“Foi um dos momentos mais emocionantes que o Morenão me proporcionou, ao receber o convite do Luciano do Vale, que também estava indo para a Globo”, conta. “Aquele jogo (Operário x Palmeiras), soube depois, quebrou o recorde de público (38.122 pessoas) no Morenão. Era uma época fantástica do futebol local, Operário e Comercial chamavam a atenção pelas grandes campanhas e o torcedor prestigiava. Sinto muitas saudades.”

Quem também vivenciou esse apogeu do futebol e o Morenão lotado é Alberto Pontes Filho, 67, funcionário da UFMS há 40 anos na mesma função – setor de gerenciamento e manutenção do estádio. Ele guarda uma relíquia: o livro com a relação dos jogos, renda e público, entre 1973 e 2014. “A torcida emocionada e o futebol contava com jogadores de alto nível. Tenho esperança que vamos resgatar tudo isso. A reforma do estádio será o pontapé”, comenta.

Placa comemorativa do jogo de inauguração: primeiro gol no Morenão foi do flamenguista Buião
(Foto: Divulgação/Subcom Governo MS)

Mini-Copa, o começo

Quando o Morenão foi projetado, Campo Grande era uma cidade interiorana, que já se sobressaia economicamente na relação com Cuiabá, a Capital. O futebol, ainda amador, era jogado no Estádio Belmar Fidalgo, no centro. Havia um descrédito quanto a finalidade do novo estádio em uma região deserta, que se expandiu. Mas a história do futebol local mudou a partir da Taça da Independência (uma Mini-Copa) realizada pelo Brasil em 1972.

Campo Grande sediou um dos grupos da competição internacional, que celebrou os 150 anos da Independência do Brasil, alcançando um dos maiores públicos e rendas da primeira fase. Desfilaram pelo Morenão as seleções da Iugoslávia, Paraguai, Bolívia e Venezuela, entre os dias 11 a 18 de junho daquele ano. O profissionalismo nasceria logo depois, com o Comercial estreando no Campeonato Nacional em 1973 ao ganhar a vaga numa disputa com o Operário.

“O Morenão e a UFMS revolucionaram o futebol e a cabeça dos mato-grossenses do Sul”, diz o fotógrafo Roberto Higa, 67, historiador do Estado em imagens. “Não podem deixar o Morenão acabar, é preciso ter mais sentimento com nossa história”, cobra. Higa lamenta não ter visto o OVNI que teria sobrevoado o estádio, no dia 6 de março de 1982 (jogo Operário x Vasco da Gama, com 24 mil torcedores) – um dos maiores avistamentos coletivos do fenômeno no mundo.

Comentários

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos com * são obrigatórios.