Segunda-feira, 17 de agosto de 2026, 18:52

situs toto

toto togel

bandar togel

toto togel

toto togel

toto slot

slot resmi

situs togel

toto slot

link gacor

situs toto

slot gacor

situs togel

toto slot

situs slot

situs toto

slot gacor

situs gacor

link gacor

bandar togel

link slot

link togel

situs togel

situs slot

slot online

cabe4d daftar

toto togel

link slot

toto togel

situs toto

idikepulauanselayar.org

idipinrang.org

idibulungan.org

iditanatoraja.org

iditorajautara.org

pafikabupatenbuleleng.org

pafikabupatensigi.org

togel online

situs slot

situs togel

togel online

situs toto

toto togel

toto togel

situs gacor

link gacor

situs togel

situs slot

situs toto

link togel

situs slot

toto togel

bandar togel

situs toto

link slot

situs gacor

toto slot

situs slot

link slot

situs gacor

link slot

situs slot

toto slot

situs slot

toto slot

toto togel

situs slot

situs toto

togel online

toto 4d

link gacor

link togel

situs togel

situs toto

link gacor

slot gacor hari ini

togel 4d

toto

togel resmi

situs toto

link slot

slot gacor

slot online

situs slot

idihulusungaitengah.org

idisoppeng.org

idiluwutimur.org

idiluwuutara.org

idibulukumba.org

pafikabupatenbangli.org

pafikabupatenkayong.org

Árbitra brasileira tem trajetória profissional destacada pela Fifa

olimpíada todo dia - 24 de ago de 2020 às 11:11 390 Views 0 Comentrios
Árbitra brasileira tem trajetória profissional destacada pela Fifa (Reprodução/FIFA.com)

Árbitra FIFA e do quadro da FPF (Federação Paulista de Futebol), Edina Alves Batista, 40 anos, comandou a semifinal da Copa do Mundo feminina na França 2019, e teve a sua trajetória destaca pela entidade máxima do futebol.

Hoje, a paranaense ganha elogios e faz sucesso no Brasil e no exterior, mas a principal árbitra brasileira teve que superar diversas barreiras até alcançar o auge.

Em 2019, Edina Alvez foi a segunda árbitra a apitar uma partida da Série A do Campeonato Brasileiro de futebol, repetindo, após 14 anos, o feito de Silvia Regina de Oliveira, a pioneira.

E a melhor árbitra brasileira segue sonhando alto antes de aposentar o apito. “Creio que ainda tenho uns três, quatro anos pela frente na arbitragem. Seria incrível apitar um jogo na Olimpíada de Tóquio. Mas meu grande sonho é apitar um jogo masculino internacional.”

O início
Fazendo faculdade de Educação Física à noite e no curso para árbitros de tarde, Edina precisava de renda para manter seus sonhos. A solução foi encher sacos de terra em um viveiro cujas atividades iniciavam bem cedo. “Estávamos programados para começar às 6h30, mas se quiséssemos ganhar um pouco mais, o patrão nos deixou chegar um pouco mais cedo”, disse Edina em entrevista à FIFA.

“Obviamente, era um trabalho de baixa remuneração. Então você tinha que encher muitos sacos para ganhar alguma coisa, e eu faria de tudo para conseguir o dinheiro de que precisava”.

Decidida
Entre o início e a firmação na arbitragem, um susto: um acidente de carro quase tirou de Edina Alves o sonho da carreira no futebol. “Quase morri”, conta a árbitra. “Fiquei quatro dias na UTI. O futebol me inspirou a superar isso. Eu só conseguia pensar em arbitrar um jogo”. De volta em três meses, contrariando as expectativas dos médicos, cresceu como assistente. A vontade, porém, era ser árbitra central.

Em um encontro casual com Sérgio Corrêa, então chefe de arbitragem da CBF, ela demonstrou este desejo. “Ele me disse que, por já ser aspirante a assistente da FIFA, teria que começar do zero, estudar e treinar para ser árbitro principal. Acho que ele pensou que isso iria me desencorajar, mas não pensei duas vezes”.

Só que existia outro complicado à época. “O mais difícil é que eu precisava que o diretor de arbitragem do Paraná mandasse um documento para a CBF informando da minha mudança. Ele me perguntou: ‘Onde você acha que vai parar? Você tem 34 anos’”, recordou. “Disse que não importava onde fosse parar, que queria ser árbitra, que sempre foi o meu sonho. Felizmente, ele enviou o documento”, completou.

Vitoriosa
Apitando pela FPF desde 2019, Edina viveu o auge de sua carreira neste ano, quando comandou uma das semifinais da Copa do Mundo Feminina na França 2019. Inglaterra e Estados Unidos se enfrentaram sob o comando da brasileira, auxiliada por Neuza Back e Tatiane Saciloti, ambas do quadro de arbitragem da FPF.

“Foi inacreditável”, disse Edina sobre sua experiência. “Quando pensei em tudo o que tinha acontecido, em tudo que passei, não me arrependi de nada. Uma Copa do Mundo é um evento histórico”, completou.

No Paulistão 2020, o primeiro após sua atuação no mundial, Edina foi escalada para a decisão do Troféu do Interior, entre Red Bull Bragantino e Guarani, dentre tantos outros jogos importantes durante a competição estadual.

Comentários

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos com * são obrigatórios.