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Rodrigo Germano: “O futebol é uma paixão. Só de jogar eu já fico contente”

da redação - 1 de dez de 2025 às 14:53 84 Views 0 Comentários
Rodrigo Germano: “O futebol é uma paixão. Só de jogar eu já fico contente” Da Redação

“O futebol é uma paixão. Só de estar jogando eu já fico contente. Não me importo se vou estar na vitrine do futebol. Se um dia eu chegar lá, amém. Se não chegar, amém do mesmo jeito.” A fala de Rodrigo Germano de Morais Rodrigues, nascido em 4 de julho de 2005, resume a relação que mantém com o esporte desde que se entende por gente. O jovem atleta sul-mato-grossense cresceu vendo o futebol como parte do cotidiano, sempre incentivado pelo pai. “Desde pequeno sempre amei o futebol. Meu pai é inspiração para mim”, afirma.

 

Rodrigo iniciou sua trajetória esportiva em Mato Grosso do Sul vestindo a camisa do Operário quando o clube ainda mantinha atividades em Dourados. Em seguida, passou pela Aefa, onde conquistou o Campeonato Estadual Sub-17, e depois defendeu o Sete de Setembro. Foram etapas que, segundo ele, ajudaram a construir sua formação dentro de campo e também na vida.

 

A carreira ainda jovem já tem momentos que Rodrigo considera determinantes. Ele cita três conquistas que marcaram seu caminho. “Um foi o título estadual sul-mato-grossense. Outro foi a Copa Ame, em São Paulo, onde pude fazer um gol e ser campeão. E outro foi a Copa Ouro, onde também fiz um gol e fui campeão.” As lembranças são claras para ele porque representam esforço, viagens, convivência com novos grupos e a confirmação de que poderia seguir buscando espaço no futebol competitivo.

 

Dentro de campo, Rodrigo atua como volante. Ele descreve suas principais características com simplicidade: “Minhas principais características são o passe e o lançamento. Eu me sinto à vontade jogando de volante.” A posição, para ele, exige leitura constante do jogo, movimentação e controle da bola, aspectos que procurou desenvolver ao longo dos anos.

 

A rotina, porém, nem sempre é simples. Rodrigo explica que muitos não conhecem as exigências por trás da profissão. “A rotina de um jogador é muito difícil. Muita gente acha que é só jogar bola, mas não vê a semana e o dia a dia do atleta.” Atualmente, ele está parado devido a uma lesão nas costas. O período longe dos treinos e dos campos trouxe desafios, mas também reafirmou sua intenção de seguir no esporte. “Pretendo, se Deus quiser, ter mais uma oportunidade de tentar meu sonho.”

 

As dificuldades fazem parte do processo, segundo ele. A distância da família foi uma das mais marcantes. “Dificuldade é ficar longe da família, das pessoas que você ama e do seu conforto. Mas dificuldade você tem em todo lugar e em toda profissão. Você tem que ter foco e saber onde quer chegar.” Mesmo com as mudanças e obstáculos, há alguém que sempre esteve presente na caminhada. “A pessoa que mais me apoia é meu pai, e sou muito grato por isso.”

 

Rodrigo também cita as referências que carrega consigo, dentro e fora dos gramados. “Ídolo no futebol é o Neymar, sem dúvida. Mas, para a vida, eu levo meu ídolo maior, que é Jesus Cristo.” Essa perspectiva conduz sua postura diante da carreira e das metas. Para o próximo ano, ele tem uma expectativa objetiva: “Meu objetivo para o próximo ano é assinar contrato profissional.”

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