Domingo, 02 de agosto de 2026, 01:19

situs toto

toto togel

bandar togel

toto togel

toto togel

toto slot

slot resmi

situs togel

toto slot

link gacor

situs toto

slot gacor

situs togel

toto slot

situs slot

situs toto

slot gacor

situs gacor

link gacor

bandar togel

link slot

link togel

situs togel

situs slot

slot online

cabe4d daftar

toto togel

link slot

toto togel

situs toto

idikepulauanselayar.org

idipinrang.org

idibulungan.org

iditanatoraja.org

iditorajautara.org

pafikabupatenbuleleng.org

pafikabupatensigi.org

togel online

situs slot

situs togel

togel online

situs toto

toto togel

toto togel

situs gacor

link gacor

situs togel

situs slot

situs toto

link togel

situs slot

toto togel

bandar togel

situs toto

link slot

situs gacor

toto slot

situs slot

link slot

situs gacor

link slot

situs slot

toto slot

situs slot

toto slot

toto togel

situs slot

situs toto

togel online

toto 4d

link gacor

link togel

situs togel

situs toto

link gacor

slot gacor hari ini

togel 4d

toto

togel resmi

situs toto

link slot

slot gacor

slot online

situs slot

idihulusungaitengah.org

idisoppeng.org

idiluwutimur.org

idiluwuutara.org

idibulukumba.org

pafikabupatenbangli.org

pafikabupatenkayong.org

Memória: Há 12 anos, a Tamburello levava piloto Ayrton Senna

ge.net - 1 de mai de 2006 às 15:44 313 Views 0 Comentrios
Memória: Há 12 anos, a Tamburello levava piloto Ayrton Senna

São Paulo (SP) - Há 12 anos, o Brasil e o mundo perdiam um dos maiores pilotos de Fórmula 1 de todos os tempos: Ayrton Senna da Silva, que perdeu a vida em um acidente na curva no Grande Prêmio de San Marino de 94, ao se acidentar na sexta volta, quando liderava à frente de Michael Schumacher, na famigerada curva Tamburello. Ele viveu apenas 34 anos.

No mesmo final de semana, a Fórmula 1 também assistiu à morte do austríaco Roland Ratzenberger, o que havia levado Senna a pedir uma bandeira austríaca para correr no final de semana e levantar, caso comemorasse a vitória em uma corrida que nunca terminou, marcada ainda pelo acidentes de Rubens Barrichello e do português Pedro Lamy.

Foi a última morte registrada na Fórmula 1, que tem dedicado grande parte de seus esforços à segurança desde então. Antes das mortes de 94, a F-1 não perdia pilotos desde 86, quando o italiano Elio de Angelis se acidentou em treinos particulares à bordo de uma Brabham. Curiosamente, De Angelis e Senna haviam sido companheiros de equipe na Lotus, em 85.

O tri-campeão mundial (88, 90 e 91), que deixou o legado do instituto que leva seu nome, ainda deixou inúmeras marcas para a Fórmula 1. Entre as marcas, destaque para as 264 voltas consecutivas que permaneceu na liderança de Grandes Prêmios (segunda melhor marca, atrás somente das 305 de Alberto Ascari), os 614 pontos, os 80 pódios, as 65 pole positions (marca somente batida por Michael Schumacher no último grande prêmio, exatamente em Ímola), 41 vitórias, 161 GPs disputados, 19 voltas mais rápidas e sete hat-tricks (vitória, pole e volta mais rápida no mesmo final de semana).

Senna teria hoje 46 anos, completos em 21 de março. Pilotou por Toleman, Lotus, McLaren e Williams. Entre 84 e 94, correu ao lado de grandes nomes do automobilismo mundial, como Alain Prost, Nigel Mansell, Nelson Piquet, Ricardo Patrese e Gerhard Berger.

Recentemente, o piloto virou assunto acadêmico, sendo tema de uma tese de mestrado. A dissertação "Ayrton Senna e o Jornalismo Esportivo" foi apresentada na última semana na ECA-USP pelo jornalista Rodrigo França, sob orientação do professor Luiz Fernando Santoro.

O nome do clã Senna hoje é levado por Bruno Senna, sobrinho de Ayrton, que compete na Fórmula 3 inglesa, onde o piloto teve sucesso e era curiosamente chamado de "Harry" Senna pelo mecânicos, que não conseguiam pronunciar "Ayrton".

Comentários

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos com * são obrigatórios.