Esporte Ágil - João Rocha destaca resultados do judô em MS: ‘Um sistema que funciona’
Judô | Da redação | 30/12/2017 06h31

João Rocha destaca resultados do judô em MS: ‘Um sistema que funciona’

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A sequência de bons resultados dos judocas sul-mato-grossenses em competições nacionais este ano é fruto, principalmente, da organização da modalidade no Estado. A avaliação é do sensei João Rocha, ex-presidente e benemérito da Federação de Judô de Mato Grosso do Sul, que, no último dia 16, participou da entrega de certificados de graduação, realizada no plenário da Câmara Municipal.

“A Federação de Mato Grosso do Sul, tradicionalmente, é muito bem estruturada. Seus associados, clubes, associações e também atletas são integrante de um sistema que funciona. Do presidente da Federação ao atleta que está iniciando, todos trabalham para que possamos manter uma base forte, tendo sempre uma entrada grande de praticantes. Nem todos serão atletas, mas a base é muito forte”, destacou.

Fundador da Academia Rocha de Judô, uma das mais tradicionais do Estado, e faixa-coral de 7º Dan, ele reforça também a importância dos treinadores no processo de aperfeiçoamento da base em Mato Grosso do Sul.

“O empenho pessoal dos professores vale a pena ressaltar. Tem estrutura, sistema, mas a dedicação dos professores é um ponto extremamente importante. Esse conjunto de ações faz com que o judô de Mato Grosso do Sul esteja entre os mais fortes do país”, complementou.

Apoio ao esporte – Ao Esporte Ágil, Rocha, que é presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, também destacou a importância do poder público no fomento a uma cultura de apoio ao esporte. Os Jogos Olímpicos, considera, foi um divisor de águas nas políticas de investimento no Brasil.

“Esperamos que tenha ficado a mudança de comportamento da sociedade no sentido de entender a importância da prática do esporte e da atividade física. Creio que esse espírito é o que precisa ser trabalhado. Muitas estruturas ficaram, como legado, mas essas estruturas precisam de recursos para que sejam mantidas. Se não desenvolvermos a cultura da prática esportiva no país, fica difícil o entendimento da sociedade no sentido de continuar se fazendo investimento, não só para manutenção, mas ampliação e desenvolvimento de atividades”, ponderou.

“Caso isso não ocorra, é apenas mais um evento que passou pelo país. Não quero acreditar nisso, pois sou oriundo do esporte. Estou na política para defender, também, o segmento esportivo, por ter esse entendimento de transformação que é o esporte”, concluiu.

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