Boxe | Da redação/com Campo Grande News | 24/07/2013 13h50

Boxe feminino tem adeptas, mas sofre carência por atletas profissionais

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Campo Grande (MS) -Começou nesta segunda-feira (22) na Capital, o 11º Campeonato Brasileiro de Boxe Feminino, modalidade que em Mato Grosso do Sul possui um curioso detalhe/problema: tem muitas adeptas pelas academias, mas profissionalmente poucas mulheres se dispõem a lutar.

Neste brasileiro a equipe de Mato Grosso do Sul conta com quatro atletas, treinadas por Ed Reis e Luizinho Cardoso, que revelam a dificuldade de encontrar atletas para competir profissionalmente. “Temos pelo menos 200 alunas na academia, mas que querem apenas manter a forma, quando falamos em lutar profissionalmente elas não aceitam”, revela Reis.

A principal atleta do Estado é a Aline Santana, 23 anos, ela disse que sempre desejou lutar boxe e que sua mãe sempre a proibiu. “Avisei ela que, quando completasse 18 anos, ia me tornar lutadora e desde os 19 tenho lutado”, conta a atleta.

Sobre um perfil ou dom para ser atleta de boxe, Aline não crê que exista para a modalidade. “Sempre fui um pouco nervosa, encontrei no boxe uma forma de desestressar e porque gosto mesmo. Mas não acho que todas lutadoras tem esse perfil”, compara a atleta.

Aline mora em São Paulo há 9 meses nas instalações da seleção brasileira, onde treina e é remunerada. “Em Campo Grande seria impossível viver do boxe”, afirma Aline que estreia na competição na sexta-feira.

As mulheres sul-mato-grossenses terão pela frente adversárias dos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e da Bahia.

Sobre os resultados, os treinadores não esperam outros resultados de suas comandadas. “Esperamos pelos primeiro lugares, gostamos das chaves que elas caíram, são boas perspectivas”, avalia o técnico Ed Reis.

Aline faz parte da seleção brasileira e ocupa a 2ª colocação no ranking nacional atualmente na categoria até 69 kg. As outras lutadoras que subirão ao ringue a partir de sexta-feira (26) são Emília Reis (até 81 kg), Alvanice Valéria (até 69kg) e Jéssica Gabriela (até 81kg).

“A Aline e a Emília são favoritas em suas categorias, estão com a responsabilidade de vencer, mas nada impede as demais boxeadoras do Estado correrem por fora e alcançar os primeiros lugares também”, analisa o técnico Ed Reis.

O presidente da CBB (Confederação Brasileira de Boxe), Mauro Silva, acompanha de perto as preliminares que começaram hoje e não se arrepende de escolhido Campo Grande para sediar a competição nacional. “Não ligo a mínima se a cidade está ou não está num grande centro, a competição iria acontecer da mesma forma e quase sem nenhuma diferença de gastos em outra cidade ou Estado”, ressalta Mauro, calculando uma média de R$ 250 mil para realizar a competição. O valor é custeado metade pela CBB e metade pelo Governo do Estado.

“Antes o boxe estava no buraco, atletas viviam empilhados em alojamentos e dirigentes ficavam em hotel. Ou seja estava tudo errado, eles são as figuras principais da competição, hoje esse quadro mudou”, exalta o presidente.

De acordo com Mauro Silva 200 atletas de 23 estados irão lutar em Campo Grande. Ao mesmo tempo está sendo disputado o 5º Campeonato Brasileiro Juvenil masculino, onde oito atletas do Estado entrarão em ação.

Começou nesta segunda-feira (22) na Capital, o 11º Campeonato Brasileiro de Boxe Feminino, modalidade que em Mato Grosso do Sul possui um curioso detalhe/problema: tem muitas adeptas pelas academias, mas profissionalmente poucas mulheres se dispõem a lutar.

Neste brasileiro a equipe de Mato Grosso do Sul conta com quatro atletas, treinadas por Ed Reis e Luizinho Cardoso, que revelam a dificuldade de encontrar atletas para competir profissionalmente. “Temos pelo menos 200 alunas na academia, mas que querem apenas manter a forma, quando falamos em lutar profissionalmente elas não aceitam”, revela Reis.

A principal atleta do Estado é a Aline Santana, 23 anos, ela disse que sempre desejou lutar boxe e que sua mãe sempre a proibiu. “Avisei ela que, quando completasse 18 anos, ia me tornar lutadora e desde os 19 tenho lutado”, conta a atleta.

Sobre um perfil ou dom para ser atleta de boxe, Aline não crê que exista para a modalidade. “Sempre fui um pouco nervosa, encontrei no boxe uma forma de desestressar e porque gosto mesmo. Mas não acho que todas lutadoras tem esse perfil”, compara a atleta.

Aline mora em São Paulo há 9 meses nas instalações da seleção brasileira, onde treina e é remunerada. “Em Campo Grande seria impossível viver do boxe”, afirma Aline que estreia na competição na sexta-feira.

As mulheres sul-mato-grossenses terão pela frente adversárias dos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e da Bahia.

Sobre os resultados, os treinadores não esperam outros resultados de suas comandadas. “Esperamos pelos primeiro lugares, gostamos das chaves que elas caíram, são boas perspectivas”, avalia o técnico Ed Reis.

Aline faz parte da seleção brasileira e ocupa a 2ª colocação no ranking nacional atualmente na categoria até 69 kg. As outras lutadoras que subirão ao ringue a partir de sexta-feira (26) são Emília Reis (até 81 kg), Alvanice Valéria (até 69kg) e Jéssica Gabriela (até 81kg).

“A Aline e a Emília são favoritas em suas categorias, estão com a responsabilidade de vencer, mas nada impede as demais boxeadoras do Estado correrem por fora e alcançar os primeiros lugares também”, analisa o técnico Ed Reis.

O presidente da CBB (Confederação Brasileira de Boxe), Mauro Silva, acompanha de perto as preliminares que começaram hoje e não se arrepende de escolhido Campo Grande para sediar a competição nacional. “Não ligo a mínima se a cidade está ou não está num grande centro, a competição iria acontecer da mesma forma e quase sem nenhuma diferença de gastos em outra cidade ou Estado”, ressalta Mauro, calculando uma média de R$ 250 mil para realizar a competição. O valor é custeado metade pela CBB e metade pelo Governo do Estado.

“Antes o boxe estava no buraco, atletas viviam empilhados em alojamentos e dirigentes ficavam em hotel. Ou seja estava tudo errado, eles são as figuras principais da competição, hoje esse quadro mudou”, exalta o presidente.

De acordo com Mauro Silva 200 atletas de 23 estados irão lutar em Campo Grande. Ao mesmo tempo está sendo disputado o 5º Campeonato Brasileiro Juvenil masculino, onde oito atletas do Estado entrarão em ação.



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